quinta-feira, 1 de abril de 2010


Falaram-me hoje da morte.
Eu tento proteger-me dela, mas porquê? Se afinal ela é o melhor que a vida tem. Ela, que torna o tempo perdido, os momentos e lugares em recordações e a vida num só sentido.
As lágrimas não traduzem saudade mas sim ausência.
Os olhos tornam-se surdos, sem forma de entender mais o azul dos dias, do céu, do entardecer (…) do olhar.
Um dia pude ver e sentir a lágrima pela morte que magoou, que fez chorar e sentir necessidade de abraçar, aconchegar, acompanhar, (…) mesmo sem poder.
Há momentos que não se explicam e duvidas que não se questionam.
PaulaMariaNeiva*

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