Um refugio de natureza, um habitat diferente e um silêncio amadurecido. Continuo à procura de um lugar onde possa ouvir o vento percorrer o céu, o céu tocar o meu corpo, o sol partir comigo e a natureza agarrar-me com um único sentido de troca, a felicidade. Falta a melodia do carinho o olhar da ternura. A fadiga persiste e essa não se visualiza na face nem em qualquer outro ponto visível, ela vive num lugar intocável. Mesmo que se avizinhe o poder e o final, existe um brilho, um mundo azul. Talvez essa seja a forma de mostrar que tudo se vive com esperança de um simples toque.PaulaMariaNeiva*
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