sexta-feira, 11 de junho de 2010

... não colaboro nesse papel ridículo (...)*

Perco-me sem percorrer caminhos distintos, canso-me de esperar pelo que já espero a algum tempo…. Olha-me, mas não vejas, observa… é assim tão difícil? Sim, não é nada, passa a borracha mais uma vez e sente que sou fria. Que queres tu, noite? Eu não sinto vontade de esperar, eu quero só para mim! Quando mais será assim? Por quanto mais terei eu de ser assim? Eu sou real, não escondo qualquer que seja o sentimento. É tudo assim, porque nem todos são eles mesmos e outros gostam de actuar em papéis totalmente opostos.
Eu aceito mas não entendo, assim como amo mas não colaboro nesse papel ridículo. É um papel que assegura a expressão de gente forte mas que o torna insensível. É uma realidade irreal…)

1 comentário:

  1. Cada sorriso, cada olhar e cada brilho teu vão para o eterno quando a morte for comigo.
    És tanto para mim :D

    KM

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