segunda-feira, 12 de julho de 2010

(...^ questão retórica no ceio de uma utopia de sentimento....)

Começo a constatar que o meu coração está a dormir! Onde se encontra a sua sensibilidade? – Não se exibe mas presencia cada toque mágico!
Olhava o céu azul, aguarela clara com pontos brilhantes e companheiros. Esperava um simples encontro com o céu como o de todas as noites, mas o azul do olhar revelou-se e tornou a escuridão numa bela noite iluminada de sentimento. O Olhar daquela estrela que passou de repente absorveu o meu pensamento por breves instantes e daí surgiu um desejo, uma criatividade, uma diferença, de todas as restantes noites. Queria cumprir e enfrentar um sentimento que ousava em estar presente queria travá-lo e aprofundá-lo. Mas era mais forte. Não iria assumir no instante! Não, isso seria trágico. Mas aceitei o sentimento, realizei, saboreei e pretendo conservá-lo de forma inequívoca.
Talvez um sonho, ilusão, jogo, mistério ( …) desafio? Explica-me tu! O que é? Como o descreves? É uma questão retórica no ceio de uma utopia de sentimento.
O céu parecia um simples papel de parede, perfeito e coberto de estrelas, umas mais cintilantes outras mais distantes, mas havia uma que percorria o meu corpo de arrepios e saudade. De repente uma viagem inesperada pelo mundo do céu, da noite, do instante…) espero que não tenha terminado todo esse percurso. Podendo criar articulações e encaixes eu prefiro pintar e terminar a tela do que continuar com ela em pedaços desfeitos e feitos ao mesmo tempo, que contemplam o dia de hoje e aborrecem o de amanha. É trabalhar para uma criação construtiva e única!

(E da noite podias dizer que estava mesmo linda! Tanta estrela ;) )
PaulaMariaNeiva*

Sem comentários:

Enviar um comentário