domingo, 16 de maio de 2010

Uma indeterminável (..)*

Não existe distinção entre uma escolha e uma decisão, ambas acarretam um termo consciente e determinável. Cada visão, recordação e lembrança será a esperança de que tudo possa valer a pena. Decisão? Essa que num dado instante, um simples e puro sentimento abala. Pode a mente escolher, optar, tentar, (..) mas o coração e a sensibilidade não deixar. Porque não são vivências que terminam nem instantes que se apagam. Escolhe o melhor que há em ti e revela-o, abre o sentimento, o coração e deixa de parte a mente e a frieza, sente o calor de um silêncio que abala a decisão, porque gosta, fala, desvenda, chora, soluça, mas venera. Não sejas a parte se existe em ti um todo, do qual vivo em espera de alcançar e sentir. Sê aquilo que és.


PaulaMariaNeiva*

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